Paixão e Ciência


Coração na cabeçaTenho pensado muito no Chicão. 32 dias para ele chegar, mas já sinto como se ele estivesse pulando por aqui.
Sinto-me como uma grávida! hehehe Ainda bem que desmame de cão não dura 9 meses. Mas então, isso me faz pensar na paixão, e na “materialidade” (se é que esta palavra existe) dela. às vezes tenho a impressão de sentir o Paulo aqui… E fico mentalizando o Chicão, para que fique fortinho rapidinho, recebendo minhas energias.
Fui googar sobre isso e vi que os cientistas dizem que é possível explicar por que perdemos a razão quando nos apaixonamos…

Técnicas de neuroimagem funcional permitiram mapear as regiões cerebrais ativadas e desativadas durante a paixão, e até compará-las com outros tipos de amor, como o amor materno.  Ambos podem ser revelados em alguém pela simples exposição de uma fotografia da pessoa amada ou do filho querido: o coração bate mais rápido, um sorriso se abre no rosto e… as áreas cerebrais envolvidas nesse reconhecimento visual passam a apresentar maior irrigação sangüínea, metabolismo mais intenso e maior atividade dos neurônios. Foi esse tipo de experimento que realizou o eminente neurocientista Semir Zeki, do University College London, e seu colaborador Andreas Bartels. Faz sentido: a dopamina é liberada nessas regiões cerebrais em situações de grande prazer, e os hormônios são secretados fortemente durante o orgasmo.

A semelhança parcial entre as duas formas de amor também faz sentido. Ambas têm em comum uma vantagem biológica e evolutiva essencial: favorecem a sobrevivência da espécie, pelo acasalamento e pelo cuidado com a cria.  A natureza desenvolveu engenhosas estratégias de aproximação entre machos e fêmeas, e de manutenção de um forte vínculo entre eles, assim como deles com os filhos.

fonte: Ciência Hoje

Segundo os cientistas evolucionistas, isso tudo seria um exemplo de adaptação biológica: um mecanismo de aproximar casais reprodutores e fortalecer seu vínculo recíproco. Já segundo Vinícius,

Certas palavras podem dizer muitas coisas;

Certos olhares podem valer mais do que mil palavras;

Certos momentos nos fazem esquecer que existe um mundo lá fora;

Certos gestos, parecem sinais guiando-nos pelo caminho;

Certos toques parecem estremecer todo nosso coração;

Certos detalhes nos dão certeza de que existem pessoas especiais,

Assim como você que deixarão belas lembranças para todo o sempre

O interessante disso tudo é que sempre tivemos a idéia de que o “amor vem do coração”. Deve ser exatamente por causa da tal substância (dopamina) que faz o órgão palpitante acelerar.

Se é físico, se é no cérebro, eu não sei… Só sei que não acaba. aiai… Dopamina que não sai de mim!;-)

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