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Exercícios de escritório para espantar o sono

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Como é difícil voltar a trabalhar depois do período de festas!!! Para espantar o sono, experimente alguns exercícios…

  • Como aquecimento, vamos fazer um pouco de Tai Chi.

tai_chi[3]

  • Faça assim para aliviar sua dor no pescoço e no ombro.

pescoco[3]

  • Wa..wa.. aaa

wa[3]

  • Mexa-se  para direita e depois para a esquerda.

mexa-se[3]

  • Depois mexa-se para esquerda depois para a direita.

mexa-se2[3]

  • Apenas faça assim. Não se force a fazer um 360° com a cabeça, 180° você fará. Abaixe-se um pouco como se fosse um perturbado. Repita algumas vezes até ficar cansado.

360[3]

  • Pegue alguma coisa da sua mesa e bata na cabeça com força. Se você continuar com sono bata com mais força!

bater[3]

  • Depois disso, mexa seus pés e balance o corpo desta forma. Faça como se ninguém ligasse e não esqueça de sorrir.

bcorpo[3]

  • Mova seus pés e corpo dessa maneira… Faça como se não houvesse problema nenhum.

pes[3]

  • E agora, com mais vontade! Não ligue para o que os outros dizem.

avontade[3]

  • Mande embora todo o seu estresse!

estress[3]

  • Se o seu chefe perguntar o que você está fazendo, mova a cabeça devagar desse jeito e diga a ele que você está morrendo de tanto trabalhar.

chefe[3]

Que venha 2009 pois agora eu estou preparada!!!! 360_002[3]
Abraços e Feliz ANO NOVO!!!!

Páscoa – um pouco de história

Páscoa

Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim?

A Páscoa não deve ser vista apenas como uma festa religiosa cristã. Ela tem muito significado histórico. Quem já leu o Antigo Testamento (leia antes de criticar) sabe que a bíblia é um dos principais livros históricos que temos. O ponto de vista é sem dúvida ligado a religiosidade, mas cabe a cada um interpretar os fatos. Assim como em qualquer livro de histórias.
Pois bem, a Páscoa é comemorada desde antes de Jesus Cristo, para celebrar a fuga dos hebreus escravos do Egito. Simplificando um pouco, é a história de Moisés, que se passa no filme “O Príncipe do Egito” da Disney. Bom, reliogidades a parte, eu considero essa uma data importante, já que a fuga dos hebreus possibilitou o nacimento de uma nação que influenciaria como poucas o mundo moderno. Mas isso já é uma outra história…

Abaixo mais informações colhidas na net sobre o significado histórico.

Fonte: Brasil Escola

Desde o mundo antigo, a páscoa consiste em uma das mais importantes datas do calendário de festividades do mundo cristão. Sua mais conhecida conotação religiosa se vincula aos três dias que marcam a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Entretanto, muitos estudiosos tentam dar outra interpretação a esse fato, trazendo uma consideração, uma visão menos denotativa à história da ressurreição.

Em uma perspectiva histórica da formação das crenças cristãs, alguns estudiosos apontam que o cristianismo, ao florescer em sociedades marcadas pelo politeísmo e por várias narrativas míticas, acabou incorporando a idéia de imortalidade presente em outras manifestações religiosas. De acordo com os pesquisadores M. Goguel, C. Guignebert, e A. Loisy, a morte trágica seguida do processo de ressurreição vinculada a Jesus em muito se assemelha às histórias de outros deuses como Osíris, Attis e Adônis.

Estudos mais recentes apontam que essa associação entre a páscoa cristã e outras narrativas mitológicas está equivocada. A própria concepção de mundo e as funções pelas quais o processo de morte e ressurreição assumem nas crenças orientais e greco-romanas não podem ser vistas da mesma maneira que na construção do ideário cristão. O estudioso A. D. Nock aponta para o fato de que no cristianismo a crença na veracidade da história bíblica é uma chave fundamental de seu pensamento ausente na maioria das religiões que coexistiram na Antigüidade.

Interpretações mais vinculadas à própria cultura judaica e à narrativa Bíblica apontam a Páscoa como uma nova resignificação da festividade de libertação dos hebreus do cativeiro egípcio. Nessa visão, a libertação do cativeiro, enquanto um episódio de redenção do povo hebreu, se equipararia à renovação do Cristo que concedeu uma nova esperança aos cristãos. Apesar de a narrativa bíblica afirmar que o episódio da ressurreição foi próximo à festa judaica, a definição do dia da Páscoa causou uma contenda junto aos representantes da Igreja.

No ano de 325, durante o Concílio de Nicéia houve a primeira tentativa de se estabelecer uma data que desse fim às contendas com respeito ao dia da Páscoa. Mesmo tentando resolver a questão, só no século XVI – com a adoção do calendário gregoriano – as dificuldades de se precisar a data da páscoa foram amenizadas. A data ficou estipulada no primeiro domingo, após a primeira Lua cheia do Equinócio da Primavera, entre os dias 21 de março e 25 de abril.

Mesmo sendo alvo de tantas explicações e contendas, a Páscoa marca um período de renovação entre os cristãos onde a morte de Jesus deve ser lembrada com resignação e alegria. Ao mesmo tempo, trás ao cristãos a renovação de todo um conjunto de valores fundamentais à sua prática religiosa.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

Veja Mais – História do Ovo de Páscoa.

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Fonte wikipedia

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo (Vitória sobre a morte) depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta altura do ano em 30 ou 33 d.C. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses a partir desta data até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egipto (Portugal, África e Timor) Egito (Brasil).

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

A última ceia partilhada por Jesus e pelos discípulos é considerada, geralmente, um “seder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos atermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta festividade.

Carnaval

carnaval

Carnaval, carnaval, carnaval. Eu fico triste quando chega o carnaval.
Luís Melodia

Carnaval. Não podia faltar aqui um post com minha indignação a essa vergonha nacional. Estava escrevendo um post reclamento, como os de sempre, quando chegou um mail da Mara. Vou postar a mensagem aqui, obrigada Linda!

Carnaval

O Brasil é um país de inúmeras festas.

É assombroso o número de feriados no calendário anual. Mas, se somarmos os dias que são emendados, teremos ao longo do ano, mais de quinze dias parados. Segundo especialistas do assunto, os prejuízos são enormes para o País.

Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval. Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho.

É o festejo da alegria num País de quase 40 milhões de miseráveis.

Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano. Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões.

Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido. Há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso. A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos.

Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro.

As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura.

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