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Gamofobia!

Gamofobia é o medo de casamento, é um distúrbio psíquico que se traduz num medo mórbido, irracional, desproporcional, persistente e repugnante do matrimônio.

Será que sofro disso?

Já faz um tempo que tenho “enrolado” meu namorado. Ele queria casar, ter filhos… Perguntei: “- Não podemos ter um cachorro?” E aqui está o Chicão, nosso filhote peludo.

Por esses dias concordei em “pensar a respeito”…

É uma coisa estranha, por que a gente se dá super bem, e com certeza, ELE É O CARA. A tampa da panela, metade da laranja e blá blá blá. É amor mesmo.

Mas sei lá… O casamento da minha mãe não deu certo e cresci ouvindo que era uma coisa ruim, que nenhum homem presta… Eu sei que isso tudo são mágoas dela e que minha vida é um livro com páginas em branco, ou seja, tudo vai ser diferente. Agora, dar uma caneta para o Paulo ajudar a escrever é outra história.

Será? Será?

Lavar cuecas, compartilhar banheiro, passar camisas…

Em compensação, acordar junto, ter companhia nas refeições, cumplicidade…

Enfim, só sei que tudo o que faço, gosto de fazer direito, se não nem começo! Então se for mesmo pra ter casório, quero flores de laranjeira, catedral, bonequinhos em cima de bolo de andares e lua de mel. Do jeito que sou neurótica e ansiosa, vou estar com tudo pronto e preparado um ano antes, hehehe

By Panos Photographics in flickr.com - Nikos Quality Cakes set

Li um post muito legal sobre isso em um blog. Se gostou do assunto, passe por lá, é o Tudo Sobre Eva

Será que caminhamos para a extinção dos homens?

Já faz tempo eu tenho lido coisas a respeito da evolução humana, e sempre encontro algo que me remete a pensar que chegará uma época que não precisaremos mais de homens! 😀 hehehe É sério, alguns estudos científicos mostram que alguns seres que se reproduziam de forma sexuada, passaram a reprodução não-sexuada, e então tornam-se capazes de se reproduzirem sozinhos.

Pois bem, e o que isso teria a ver com a nossa evolução?

Vocês já devem ter percebido que o número de mulheres cada vez mais supera o número de homens. No total do Brasil, em 2006, a média era de 95 homens para cada 100 mulheres. Ou seja, a cada 100 mulheres tem 5 solteironas por aí. Isso sem falar no resto do mundo. Se continuar assim, não haverá homens suficientes para fecundar a mulherada por aí e garantir a perpetuação da espécie. Então, a evolução terá que garantir uma forma de isso acontecer… Olha só o que acontece com um grupo de animais microscópicos que tiveram que evoluir e se virar para continuar existindo. Detalhe: a população é toda de fêmeas!

fonte: Visões da Vida

Confessemos o inconfessável: sexo é bom e todo mundo gosta, mas dá um trabalho dos infernos. Considere quanto sangue e suor, quantas lágrimas, notas de cem e faturas de cartão de crédito já foram empregados na história do cosmos para esse fim; quantas caudas de pavão e Ferraris, quantos vestidos decotados, sem falar no gasto de energia intelectual, como a invenção do soneto, os romances medievais sobre o amor cortês, o Cântico dos Cânticos. É muita dor de cabeça. Pela lógica, apenas as coisas indispensáveis são objeto de tamanha obsessão. Nós (e a grande maioria dos outros animais e plantas) só seríamos tão doidos por sexo porque não dá para sobreviver sem ele. O raciocínio é impecável. Mas no meio do caminho tinha um bdelóide. Aliás, umas 400 espécies de bdelóides, para ser mais exato.

bdeloides, ouseja lá o que for isso

Os bdelóides a que me refiro são as estranhas criaturas da foto acima – animais microscópicos formados por um número fixo de células, habitantes de água doce e substratos úmidos de todos os tipos, comedores de qualquer coisa devorável e compatível com seu tamanhinho. Não existem machos bdelóides: todos são fêmeas e produzem descendentes por partenogênese, ou “geração virgem” (processo no qual os óvulos iniciam o desenvolvimento embrionário sem fecundação por espermatozóides).

Temos boas razões para acreditar que esses bichos minúsculos abdicaram da vida sexual há cerca de 100 milhões de anos e, mesmo assim, conseguiram colonizar uma grande variedade de ambientes e se diversificaram, como qualquer outro grupo de animais – coisa que, em tese, não deveria ser possível. A trajetória evolutiva dos bdelóides indica que o sexo talvez seja menos indispensável do que se costuma imaginar

Faz sentido?

Antes de entender que mágica essas criaturas estranhas estão fazendo para se livrar da alcova, é bom colocar algumas coisas em pratos limpos. Como dizíamos no começo desta coluna, os seres vivos tendem a ficar fissurados apenas por coisas que têm um impacto sobre sua sobrevivência e reprodução. Dizer que adoramos doces (ou sexo!) porque “é gostoso” não explica nada. Nosso sistema nervoso está programado para “traduzir” comida açucarada e/ou uma noite de amor na sensação subjetiva de “prazer” porque os doces são fontes concentradas de energia para o organismo e porque o sexo é o procedimento-padrão da nossa espécie para passar genes de geração em geração. O prazer é um incentivo – ou um suborno, se você quiser.

Mas a verdadeira questão é por que escolher o sexo como mecanismo reprodutivo. Do ponto de vista exclusivamente matemático, a opção preferencial pela vida romântica não faz sentido. O sexo, considerado unicamente como meio para passar adiante o DNA de um organismo, é decepcionante porque envolve obrigatoriamente uma divisão desse DNA (pela metade) e a mistura dele com a de outro organismo. Lembre-se de que 50% dos seus genes vieram do seu pai e a outra metade, da sua mãe. Em tese, seria muito mais negócio para cada indivíduo isolado transmitir a carga total de seu material genético para a geração seguinte, pelo simples mecanismo de produzir uma cópia de si mesmo. Além disso, sempre pode acontecer de você não achar a tampa da panela – e, sem parceiros para ajudar, não dá para ter reprodução sexuada.

E, no entanto, a imensa maioria dos animais, plantas e fungos, além de um bom número de microrganismos, contraria essa lógica aparente. Até as bactérias, famosas por sua capacidade estonteante de dividirem suas células únicas em novas “células-filhas”, aderem ocasionalmente a sessões de “sexo” não-formalizado, trocando genes com outras bactérias, às vezes até de outras “espécies” bacterianas.

Duas idéias mais ou menos parecidas e complementares estão entre as que buscam explicar esse paradoxo. A primeira vê a sexualidade como uma espécie de seguro de vida contra parasitas e ambientes em transformação. A reprodução sexual, ao misturar e embaralhar os genes de dois indivíduos diferentes, automaticamente cria combinações de DNA novas que podem derrotar parasitas (que não “conhecem” a nova mistura, e portanto não estão equipados para vencê-la) e representar um “estoque” importante de novas soluções para alterações ambientais.

A segunda idéia propõe que o sexo ajuda no “controle de qualidade” genético de uma população. Em criaturas assexuadas, mudanças no conjunto do DNA só ocorrem por mutações – alterações químicas aleatórias nas “letras” químicas A, T, C e G que compõem a molécula da hereditariedade.

Ora, a imensa maioria das mutações tende a ser nociva. De geração a geração, o acúmulo de alterações “do mal” poderia colocar os organismos celibatários em perigo. Mas, para produzir as células sexuais, as partes equivalentes do DNA que você recebeu do seu pai e da sua mãe são colocadas lado a lado e se “recombinam”, trocando pedaços de cromossomos (as estruturas enoveladas que abrigam o material genético). Com isso, mutações “ruins” num genitor podem ser “consertadas” pelo material genético do outro genitor. Mal comparando, é como pegar dois álbuns de figurinhas completos e idênticos, um dos quais possui uma figurinha rasgada: retira-se a figurinha intacta de um e ela é colocada no lugar da que estava adulterada.

DNA tetracampeão

Depois de todo esse background, já podemos voltar aos nossos bdelóides, os mestres da castidade evolutiva. Se tudo o que foi dito nos parágrafos acima estiver correto, os bichos seriam um prato cheio para parasitas famintos e mudanças ambientais; de quebra, seu genoma deveria estar caindo aos pedaços de tanta mutação deletéria. No entanto, lá estão eles, vivos, bem e bastante diversificados, rastejando sobre musgos e liquens e nadando em poças d’água e córregos. Quando falta água, eles entram numa espécie de animação suspensa conhecida como anidrobiose, até as condições melhorarem.

O segredo dos bdelóides celibatários parece estar em características específicas do genoma das criaturas. O pesquisador americano David Mark Welch, do Laboratório de Biologia Marinha do Instituto Oceanográfico Woods Hole, mostrou que o DNA dos bichos é tetraplóide – diferentemente de nós, que temos duas cópias de cada cromossomo, eles têm quatro. Tudo indica que, no passado remoto, o conjunto duplo normal de cromossomos sofreu uma reduplicação, transformando os bdelóides em tetraplóides.

Ora, situações de extrema secura, como a anidrobiose, deveriam causar grandes quantidades de dano ao DNA, mas não é o que acontece. Experimentos em que esses bichos foram bombardeados com radiação – outra fonte comum de erros no material genético – revelaram que eles agüentam mais radioatividade do que qualquer outro animal conhecido.

O único jeito de explicar esse conjunto bizarro de características é imaginar que os cromossomos quadruplicados estão servindo como base para reconstruir o genoma bdelóide. Com várias cópias de cada gene à disposição, os animais conseguem corrigir rapidamente os erros que aparecem em uma, duas ou até três versões de um gene.

Ou seja, em certo sentido, pode-se dizer que os bdelóides puderam abdicar da sexualidade porque internalizaram os benefícios evolutivos do sexo. Em vez de buscar genes bons em outro corpo, eles corrigem os problemas nos seus genes internamente. Funciona um bocado bem para eles, ao que tudo indica. Eu sei o que você deve estar pensando: eles não sabem o que estão perdendo, né?

Se trair saiba mentir…

Traição

O executivo saiu do escritório, encontrou a sua secretária no ponto de ônibus e caía a maior chuva. Ele parou o carro e perguntou:
– Você quer uma carona?
– Claro… respondeu ela, entrando no carro.
Chegando no edifício onde ela mora, ele parou o carro para que ela saísse e ela o convidou para entrar no seu apartamento.
– Não quer tomar um cafezinho, um whisky, ou alguma coisa?
– Não, obrigado, tenho que ir para casa.
– Imagine, o Sr. foi tão gentil comigo, vamos entrar só um pouquinho.
Ele subiu, atendendo ao pedido da moça. Ao chegarem no apartamento, ele tomava seu drink enquanto ela foi para dentro e voltou,toda gostosa e perfumada.
Depois de alguns gorós, quem pode agüentar???
Ele caiu, literalmente.
Transou com a secretária e acabou adormecendo.
Por volta das 4:00 hs da manhã, ele acordou, olhou no relógio e levou o maior susto. Aí ele pensou um pouco e disse à sua secretária:
– Você me empresta um pedaço de giz?
Ela entregou-lhe o giz, ele pegou, colocou atrás da orelha e foi pra casa..
Lá chegando, encontrou a mulher louca de raiva e ele foi logo contando….
– Quando saí do trabalho dei carona para a minha secretaria, depois que chegamos no prédio onde ela mora, ela me convidou para subir e me ofereceu um drink, em seguida, ela foi para o banho e retornou com uma camisola transparente e muito linda, e após vários goles acabamos indo para a cama e fizemos amor, aí dormi e acordei agora há pouco…
A mulher deu um berro e falou…
-Seu mentiroso sem vergonha, estava no bar jogando sinuca com os seus amigos, nem sabe mentir, até esqueceu o giz aí atrás da orelha…

As várias faces da paixão

singing-in-the-rain.jpg

Estou apaixonada! E de várias formas!

Paixão não é só aquilo que homens e mulheres sentem uns pelos outros… É também aquele calor de alegria que sentimos por dentro quando pensamos naquilo que nos faz feliz.

Tem gente que é apaixonado pela praia… É só pensar no mar, nas ondas… que se pode sentir o cheiro de maresia e o barulho da água na areia.

Outros são apaixonados por estrelas… Ao cair da noite ficam embasbacados olhando ao céu…

“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!” E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-Ias, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto …”

Há ainda os apaixonados por flores. Pela lua, pelo sol. Por música, por poesia, por livros!

E há aqueles como eu, apaixonados por cachorro. Vim do trabalho pensando nisso hoje. Não páro de pensar no Chicão. Aquele pequeno ser peludo, que cabe na palma da mão, já ganhou meu coração.

Seus olhinhos brilhantes, seu rabinho gentil…

E mais ainda, o futuro me empolga. As tardes que passaremos juntos nos gramados da USP, a recepção carinhosa do dia-a-dia…

O mais engraçado de se estar apaixonado é caminhar sorrindo pelas ruas. As pessoas te cumprimentam e sorriem de volta!!! É aí que você percebe que está divagando em seus pensamentos e lembranças felizes bem no meio da rua. Então o que te sobra é acenar timidamente com a cabeça como se dissesse “oi pra você também”. Dá vontade de sair cantando como Gene Kelly. I’m singing in the rain!

Ah, e a paixão pelo namorado… que delícia! E que real. Mas essa é outra história, essa não é só de paixão, mas principalmente de amor.

Tensão pré-menstrual

TPM

Encontrei um artigo interessante sobre a TPM no Portal UOL.

ps.:<<<<QUERO DOCEEE!!! CHOCOLATEEEE>>>> 😉

 

tpm

Tensão pré-menstrual, ou TPM, é a denominação para um conjunto de sintomas que se manifestam antes da menstruação. Os sintomas são variados: irritabilidade, depressão, dor nas mamas, dor de cabeça e inchaço. Algumas mulheres choram com mais facilidade e outras se tornam mais sensíveis, sem um motivo aparente.

Há casos em que os sintomas aparecem quinze dias antes e outros apenas um ou dois dias antes da menstruação. Quando esses sintomas não desaparecem com a menstruação, não se trata de TPM. Doenças psiquiátricas, como depressão, ou clínicas, como dor de cabeça crônica, podem piorar nesse período.

A principal causa na mudança de humor está associada à produção de serotonina. Esta substância atua sobre o humor de todas as pessoas, e nas mulheres oscila de acordo com o período menstrual. Um nível alto de serotonina é um passaporte para a felicidade e a alegria. Um nível baixo provoca mau humor e vontade de comer doces e massas. No período menstrual os hormônios femininos reduzem a produção de serotonina. Essa redução explica os sintomas psíquicos, enquanto os sintomas físicos resultam das alterações hormonais em si.

Existem três fatores que explicam porque algumas mulheres sofrem tanto nesse período e outras não. O primeiro fator é hereditário: aquelas cujas mães apresentam TPM têm maior probabilidade de desenvolver a síndrome.

O segundo é o fator situacional. A mulher pode estar atravessando uma situação de vida difícil, como doença na família, divórcio, pressão no trabalho, dificuldades econômicas. Nesses casos o nível de serotonina, que já deve estar baixo, cai mais ainda na segunda fase do ciclo menstrual. O terceiro é o fator endógeno. Há mulheres mais sensíveis a mudanças hormonais e outras nem tanto.

tpm.jpgNos homens, o hormônio sexual testosterona começa a cair lentamente a partir dos vinte, trinta anos de idade. Essa queda se dá com alterações previsíveis e é por isso que as mulheres dizem que os homens são todos iguais. Já as mulheres têm em cada dia do mês uma concentração de hormônios sexuais (estrógeno e progesterona) diferente. Isso provoca impacto no humor, que oscila todos os dias. Por isso, os homens dizem que as mulheres são difíceis de entender.

Para quem tem dúvida se sofre de TPM, é importante anotar durante alguns meses os sintomas (dor de cabeça, irritação etc.) e a data inicial e final do período menstrual. Depois basta levar esses dados para o médico ginecologista, que terá todas as condições para fazer um diagnóstico correto.

Um diagnóstico correto permite à mulher preparar-se melhor para o período e combater os sintomas dessa síndrome. O auto-conhecimento é muito importante para ter um bom desempenho profissional, social e familiar. Se os hormônios mudam o humor, e já se sabe em que dias isso ocorrerá, é possível ter mais controle sobre a situação. Saber controlar-se é muito importante e a TPM não deve servir de desculpa, pois quem sofre com ela precisa de tratamento.

Os exercícios físicos não devem ser abandonados nesse período. Eles reduzem a tensão, a depressão e melhoram a auto-estima. O ideal é que não ocorra quebra de rotina nesses dias.

A ansiedade pode diminuir se os cafezinhos forem evitados. O mesmo pode acontecer com a insônia e a dor de cabeça, se o cigarro for diminuído – o ideal é não fumar.

Alimentos diet ajudam a enganar a vontade de comer doces. Os doces são responsáveis pelo aumento de peso, pois são muito calóricos e facilitam a retenção de água pelo organismo.

Quando passa a menstruação, a tendência de quem ganhou peso nesse período é ficar deprimida. Portanto, a pessoa precisa se conhecer melhor para ter mais controle sobre sua qualidade de vida.